Na continuação da nossa actividade "Arte da Escrita" o terceiro autor escolhido foi... (ups!) Pois é, esta semana a “Arte da Escrita” conta com um escritor incógnito. Desafio todos os visitantes do blog a tentar desvendar a sua identidade. Em baixo encontram-se alguns dados biográficos do escritor assim como algumas das suas obras mais conhecidas que te ajudarão a resolver este enigma.
B.I.


Algumas das suas obras mais conhecidas são:
Um Alfageme de Santarém
Frei Luís de Sousa
Flores sem Fruto
Viagens na Minha Terra
Folhas Caídas
Seus olhos - que eu sei pintar
(Micro)biografia
Nasceu no Porto, a 4 de Fevereiro de 1799, e morreu em Lisboa a 9 de Dezembro de 1854.
Foi um escritor e dramaturgo romântico, orador, ministro e secretário de Estado honorário português. Grande impulsionador do teatro em Portugal, uma das maiores figuras do romantismo português, foi ele quem propôs a edificação do Teatro Nacional de D. Maria II e a criação do Conservatório de Arte Dramática.
Nasceu no Porto, a 4 de Fevereiro de 1799, e morreu em Lisboa a 9 de Dezembro de 1854.
Foi um escritor e dramaturgo romântico, orador, ministro e secretário de Estado honorário português. Grande impulsionador do teatro em Portugal, uma das maiores figuras do romantismo português, foi ele quem propôs a edificação do Teatro Nacional de D. Maria II e a criação do Conservatório de Arte Dramática.
Algumas das suas obras mais conhecidas são:
Um Alfageme de SantarémFrei Luís de Sousa
Flores sem Fruto
Viagens na Minha Terra
Folhas Caídas
Considerado por muitos, o escritor português mais completo de todo o século XIX. Deixou-nos obras-primas na poesia, no teatro e na prosa, inovando a escrita e a composição em cada um destes géneros literários.
Citações
«As Constituições são feitas para não ser respeitadas.»
«A mãe é a mais bela obra de Deus.»
«Se na nossa cidade há muito quem troque o B por V, há muito pouco quem troque a liberdade pela servidão.»
«Amar vem da alma.»
«As Constituições são feitas para não ser respeitadas.»
«A mãe é a mais bela obra de Deus.»
«Se na nossa cidade há muito quem troque o B por V, há muito pouco quem troque a liberdade pela servidão.»
«Amar vem da alma.»
Poema: Seus Olhos
Seus olhos - que eu sei pintar
O que os meus olhos cegou –
Não tinham luz de brilhar,
Era chama de queimar;
E o fogo que a ateou Vivaz, eterno, divino,
Como facho do Destino.
Divino, eterno! - e suave
Ao mesmo tempo: mas grave
E de tão fatal poder,
Que, um só momento que a vi,
Queimar toda a alma senti...
Nem ficou mais de meu ser,
Senão a cinza em que ardi.
E o fogo que a ateou Vivaz, eterno, divino,
Como facho do Destino.
Divino, eterno! - e suave
Ao mesmo tempo: mas grave
E de tão fatal poder,
Que, um só momento que a vi,
Queimar toda a alma senti...
Nem ficou mais de meu ser,
Senão a cinza em que ardi.
in 'Folhas Caídas'

2 comentários:
Eu sei quem é, eu sei quem é...
E não é a Carolina Salgado!
Vi a exposição no corredor. Eu sei quem é, mas não digo. Não iria quebrar a surpresa da descoberta.
Abraço jovens. O futuro está nas vossas mãos.
Paula
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